Um brinde aos dias cheios de promessas por contar, destinos desconhecidos e viagens não planeadas.
Onde quer que o verão te leve, temos o equipamento
para te levar lá.

O verão é a estação dos gelados e dos churrascos, das caminhadas suadas e das fogueiras ao pôr-do-sol,
dos cabelos salgados e dos pés na areia.
É a estação de que temos saudades, pela qual ansiamos e com
que sonhamos.

É a oportunidade de escapar, fisica e psicologicamente, e descobrir novos lugares, pessoas e experiências.
Para Tim, Elena, Roberto e Raffaella é a altura de se encontrarem, partilharem, rirem e explorarem a ilha italiana
da Sardenha.

 

Roberto Oprandi

Sendo um designer de produtos, ele acredita que a natureza é vivenciada de forma única por
cada um de nós

“Se há uma coisa que me entusiasma sempre que estou ao ar livre com outras pessoas é a relação única que cada um de nós tem com a natureza.

A melhor parte do fim-de-semana que passámos juntos na Sardenha foi o prazer de observar como cada companheiro de aventura interagiu de forma diferente com a natureza. Penso em quantas formas há de explorar e vivenciar um lugar, quantas abordagens diferentes, quantas atividades.

Esta é a minha definição de liberdade. Fiquei emocionado ao ver os meus amigos espantados com insetos ou líquenes recém-descobertos, bem como a vê-los fazer pinos num rochedo com o pôr-do-sol dourado por trás deles, e também a vê-los lutar contra a fadiga e o tempo adverso. E, depois, vivi um momento profundo de paz ao ver os lugares mágicos da Sardenha sem multidões de turistas.

Senti-me verdadeiramente agradecido pela oportunidade de vivenciar esses lugares puros, cheirar os seus aromas, ver as suas cores. Percebi pela milionésima vez como é essencial respeitar e preservar os lugares onde coloco os meus pés.”

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De estranhas formações rochosas costeiras, esculpidas pelo ar salgado, à água do mar colorida como num conto de fadas, e trilhos interiores poeirentos gastos pelas pegadas humanas, a cidades históricas romanticamente arruinadas pelo tempo, a Sardenha é uma ilha de natureza crua, cultura lenta e diversidade. Apesar do sol se estar a pôr nesta aventura, com a luz a diminuir gradualmente e o ferry a afastar-se do porto, as memórias deles nunca se irão apagar.

Raffaella Braganca

Sendo uma exploradora citadina,
ela acredita que a natureza nos
torna humildes

“Vim da cidade e as minhas paixões, sobretudo o skateboarding, acontecem no seu cimento anguloso, nas estruturas construídas pelos humanos e nas formas rígidas.

Vivenciar a natureza crua da Sardenha foi realmente revelador. Os meus sentidos foram despertados. Descobri que sou capaz de muito mais. A natureza não é algo em que
podes interferir.

Tivemos chuva, granizo, até neve, e depois sol e calor. Fui capaz de acordar numa tenda, sem saber a paisagem que me esperava, se um dourado colorido no nascer do sol ou um manto de bruma e chuva. Mas foi uma
experiência enriquecedora.

Aprendi com os meus amigos. Vi as coisas através de uma nova lente, a macro, a micro e todos os espaços entre elas. Existe beleza em todas as coisas, e nós encontrámos muito para explorar e descobrir entre as rochas, os caminhos, as praias e as montanhas
da Sardenha.”

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As manhãs e as tardinhas são banhadas pela luz dourada. À noite, a fogueira e as lanternas frontais dançam na escuridão. Os dias são longos e serpenteantes, ao longo de um caminho que se desfruta pela viagem e não apenas pelo destino.

 

Timothy Thompson

Sendo um explorador curioso, ele acredita que estar no meio da natureza é a melhor escola

“O mar, as montanhas, os lagos e os rios, todos os lugares servem para aprender e ficar a saber algo que nos tinha escapado anteriormente.

Vou lembrar-me desses dias na Sardenha e recordar os momentos passados com os amigos e pessoas queridas. Quando abrimos o mapa, identificámos um ponto e fomos até lá carregando as mochilas, os sacos-cama e a tenda.

O medo do tempo incerto misturado com a adrenalina da viagem e o desconhecimento do amanhã. Uma terra que aprendes a conhecer
passo a passo.

Tornei-me viciado na beleza desse conjunto de sensações, onde cada nova viagem é uma história que eu vivi, e uma oportunidade renovada para conhecer novas partes de mim e das pessoas que estão
ao meu lado.”

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Os dias passam devagar, não querendo revelar-se totalmente. Os planos são concebidos no momento e cada momento é saboreado para ser recordado com carinho, daqui a uns anos.

Elena Gogna

Sendo bióloga, ela acredita que a natureza é o seu guia

“No papel, sou bióloga, mas, na realidade, trabalho com o ambiente e a sua proteção. Todas as minhas paixões são guiadas pela natureza e pelos seus eternos mistérios.

Gosto de olhar para as coisas como olho através do meu microscópio, para que nenhum maravilhoso detalhe me escape. Qualquer lugar natural pode potencialmente prender-me durante uma semana. Cada pedra, arbusto ou árvore é como um museu onde não é preciso um
bilhete
de entrada.

Gosto de ir a estes museus sozinha, mas devo dizer que com os meus amigos é outra emoção. As suas perguntas e curiosidade dão outro aspeto à
morfologia natural.

Lembro-me desses dias na Sardenha, acordar na tenda com os sons da terra e do céu e ser tomada pelo entusiasmo de começar um novo dia com os meus amigos, prontos para descobrirmos o que está para além da tenda. As minhas pernas levaram-me de um vale ao outro, e, ao olhar para os meus amigos, vejo os seus olhares de cumplicidade e a satisfação de termos conseguido, juntos.”

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